21 de fevereiro de 2011

• Filhos da Revolução'


A Legião Urbana foi a melhor banda brasileira de todos os tempos. Difícil discordar quando há milhões de apaixonados pela banda mesmo depois de 13 anos fora de atividade. Talvez a briga seja menor se a discussão acontecer em cima da afirmação de que a Legião foi a mais importante das bandas brasileiras. Ok, UMA DAS MAIS importantes, para acabar com a briga. Tudo culpa do Renato Russo, responsável por uma centena de canções que conseguiram a proeza de representar boa parte dos jovens das décadas de 80 e 90.

Enquete ''Que Música da Legião é você ?. Acesse o Blog : http://olivreiro.com.br/blog/2010-04-06-quiz-que-cancao-da-legiao-urbana-e-voce

 Eu sou faroeste caboclo, confiiira'

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• Novo CD Perfil

 
 
Dos lançamento de seus 13 álbuns, “Perfil” traz seus 14 maiores sucessos. São músicas como “Pais e filhos”, “Eduardo e Mônica“, “Que País é este” e claro “Faroeste caboclo“. Não deixe de conferir!

Milhões de palavras, gestos ou dedicatórias não saciam esse amor, meu grande LÍDER.

- Somos tão jovens ,

 
No roteiro, ainda em tratamento, o diretor pretende documentar a cena roqueira de Brasília nos anos 80, falando não apenas sobre a Legião Urbana e o Aborto Elétrico, as bandas de Russo.    
Na lista das “participações afetivas” estão ainda os filhos do guitarrista Dado Villa-Lobos e do baterista Marcelo Bonfá, que interpretarão os pais na adolescência, quando conheceram o líder da Legião Urbana.
Com filmagens marcadas para abril e maio deste ano.

Filme ‘Somos Tão Jovens’ vai retratar a adolescência de Renato Russo




A adolescência de Renato Russo, período no qual compôs hits como “Geração Coca-Cola”e “Que País É Este?”, será tema do filme “Somos tão jovens”, de Antonio Carlos da Fontoura. Com filmagens marcadas para abril e maio de 2011, a produção terá como protagonista o ator Thiago Mendonça.
“O filme mostrará como o Renato Manfredini Júnior, um moleque de Brasília que lia Shakespeare em inglês e sonhava com o estrelato, se transformou em Renato Russo”.
Segundo o diretor, um dos pontos altos do filme será o período em que o cantor e compositor sofreu de uma doença óssea rara, a epifisiólise. “Ele tinha apenas 15 anos e era obrigado a ficar em casa, se tratando com morfina. Mas foi nessa reclusão forçada que começou a armar seu plano: se tornar o maior roqueiro do Brasil”, relata Fontoura.
“Renato soltava a imaginação, escrevia diários com letras, e reportagens fictícias no qual relatava seu encontro com David Bowie e uma briga com Mick Jagger. Começou a colecionar vinis e entrou em contato com o punk”. lembra o cineasta.